Capítulo 5 –
No hospital, Inês agradece a
Humberto sua assistência:
- Obrigado por ter se preocupado
comigo.
- Não precisa, eu que te
atropelei, foi o mínimo que eu poderia fazer.
- Eu que fiquei cheia do pau e
passando vergonha no meio da rua, não seja modesto, te devo minha vida, imagine
se fosse um caminhão ou alguém que não se importa?
- Deixa disso, venha comigo que
te levo para casa.
Após deixa-la em casa, Timóteo
opina:
- Que gata cara, pegou o Netbook
dela?
- Ela me falou o nome, eu vou
procurar assim que chegar em casa, ao menos sei onde ela mora, essa não vou
deixar passar não cara.
Um mês se passa, as aulas voltam
no Morning Star, o Professor Nilson reclama do tempo que durou as férias:
- Eles passam 3 meses fora e
esquecem de tudo, e voltam totalmente indisciplinados, deveria ser só no
período do Natal e na semana de carnaval.
- Você é muito exagerado –
reclama o Professor Kleber – nem eu suportaria vê-los por tanto tempo.
- Concordo com você – opina Elias
– um tempo para descanso é necessário.
Inês chega ao Colégio e se depara
com Humberto:
- Então vamos estudar juntos esse
ano?
- Parece que sim.
- Venha, eu te mostro a sala onde
fica o 2° ano.
Bárbara chega no Colégio de
muletas, mas acaba escorregando e Leopoldo a ajuda:
- Quer que eu te ajude até a
sala?
Ela fica encantada com o rapaz e
aceita:
- Aceito sim, você também é do 2°
ano?
-Sou novo aqui na cidade.
- Eu nasci aqui, só saio em tempo
de férias.
E os dois foram conversando até
chegar na sala, Melissa chega e vai abraçar Leopoldo, depois vê a amiga:
- Já ficou bem, nem me falou
nada.
-Eu queria fazer uma surpresa –
mas isso não a alegrou, pois se interessou por Leopoldo e ele já estava com sua
melhor amiga.
- Olha eu vou cantar nas boas
vindas dos alunos novos e preciso que toque violão para mim – pede Melissa a
Leopoldo – já que Barbara está na cadeira de rodas.
- Eu aceito, vamos ensaiar um
pouco.
Humberto chega e se interessa:
- Eu posso pegar minha guitarra
em casa, vou e volto rápido.
- Nossa, eu também quero cantar –
se candidata Inês.
- Eu que fui convidada a cantar –
se ofende Melissa – não precisa de outra.
- Eu não toco se ela não cantar –
diz Humberto
- Está bem, em 10 minutos vamos
ensaiar.
Depois de um tempo, os 4 se
reúnem no auditório e a Professora Celeste dá as boas-vindas:
- Hoje começa mais um ano letivo
no Morning Star, e como de costume, sempre valorizamos os talentos dos alunos,
e hoje 4 do 2º ano irão cantar uma canção, após isso apresentaremos o corpo
docente.
E os 4 cantam:
Quando falta amigos bate a solidão.
Meu coração se enche de tristeza em vão.
Aí eu penso em seu sorriso que me encanta.
E a esperança volta para o meu coração.
Com você a vida é pura curtição!
Com você esqueço toda a solidão!
A sua presença quebra a tristeza,
E me encho de vontade de viver!
Se você está longe lembro de você,
Se está perto surge novas recordações.
Onde quer que eu esteja não vou esquecer,
Os momentos que estive com você!
Com você a vida é pura curtição!
Com você esqueço toda a solidão!
A sua presença quebra a tristeza,
E me encho de vontade de viver!
Sem alguém como você ao meu lado,
Não posso ir adiante.
Sem o seu suporte, sei vou naufragar,
E morrer afogado nesse litoral!
Com você a vida é pura curtição!
Com você esqueço toda a solidão!
A sua presença quebra a tristeza,
E me encho de vontade de viver!
Todos aplaudem a apresentação dos
4, mas a Professora Celeste pede:
- Infelizmente não é um show,
agora vamos a apresentação dos Professores.
Enquanto isso, Elias comenta com
Kleber:
- Estranho, é sempre a filha que
fala pelo Colégio, o Diretor fica nas sombras.
- Ele deve estar preparando-a
para substitui-lo, ele já está no cargo a mais de 20 anos.
Na saída do Colégio, Vânia sente
que está sendo seguida:
- Se for aquele desgraçado ele
vai ver que comigo é diferente – o Mantra a agarra por trás, ela pega uma faca
e corta seu rosto, ele põe o capuz e sai correndo – toma essa, não sou uma
otária.
Após o acontecido ela vai a
delegacia.
O Professor Elias recebe uma
ligação do Delegado:
- Ele atacou novamente, quem
tiver com o rosto cortado é o culpado.
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